O que Parintins compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Parintins compraram US$ 767 de outros países. É 94% a menos do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 12,8 mil.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 21 cidades de Amazonas que importaram, Parintins ficou em 21º lugar. No Brasil, em 2.544º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Ferramentas manuais não especificadas nem compreendidas em outras…0,1 toneladasUS$ 38550%
- 2Chapéus e outros artefactos de uso semelhante…0 toneladasUS$ 38250%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ChinaUS$ 767100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2025US$ 12,8 mil
- 2026 (até setembro)US$ 767
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Parintins
Quanto Parintins importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Parintins (AM) compraram US$ 767 de outros países: 2 produtos, de 1 país.
O que Parintins mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Ferramentas manuais não especificadas nem compreendidas em outras… (50%), Chapéus e outros artefactos de uso semelhante… (50%).
De quais países Parintins mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram China (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.